A arte quando nos move

Já anunciei aqui que em breve lançarei meu novo guia literário, Buenos Aires, livro aberto, o quarto de uma série que começou com Lisboa, passou por Paris, São Paulo e agora chega à capital argentina. Na semana que vem tem novidades incríveis, prometo, aguardem.  O fato é que nestas últimas semanas tenho pensado muito no quanto um… Continuar lendo A arte quando nos move

Com a palavra, Inês Pedrosa

Não vou entrar no mérito da eficácia e da real necessidade de um Dia Internacional da Mulher. Primeiro porque não sou mulher, não cabe a mim. E segundo porque não estou aqui para isso.  Vou considerar apenas que as efemérides servem ao menos para uma coisa: fazer a gente lembrar (compulsoriamente) que um problema ou… Continuar lendo Com a palavra, Inês Pedrosa

A literatura no meio do caminho

Espero que não soe como uma dessas fábulas edificantes de superação, meio narcisistas, mas hoje vou contar a história de uma pessoa que teve a vida mudada pela literatura de forma contundente: eu. O ano era 1987. Uma noite de sábado como outra qualquer para um jovem de 16 anos. Eu voltava para casa depois… Continuar lendo A literatura no meio do caminho

Entre sabores e notas musicais

Cada viagem tem uma história, um motivo que nos conduz àquele lugar especial, que nos conquista, entra em nossas vidas, nos transforma. Pode ser uma conversa com amigos, uma reportagem numa revista, um filme, um livro... Nesse caso foi uma música. Aliás, uma música pouco conhecida de um compositor paraibano (muito conhecido) que me levou… Continuar lendo Entre sabores e notas musicais

Encontro (mais que) literário

Hoje vou falar de um encontro literário que acontece em Lisboa, num lugar muito especial para mim (e para a literatura) conhecido como Alto de Santa Catarina, ou Miradouro do Adamastor, local encantador que permite uma visão privilegiada do rio Tejo até sua outra margem.  Repare que no início do texto usei "acontece", no presente,… Continuar lendo Encontro (mais que) literário

O olhar e o ver

Monumento às bandeira, obra de Victor Brecheret, São Paulo “Mais verossímil é conjecturar que o eventual artista é um homem que bruscamente vê. Para não ver não é imprescindível estar cego ou fechar os olhos.”  Esta frase do escritor argentino Jorge Luis Borges tem sido uma referência para meu trabalho há anos e vai servir… Continuar lendo O olhar e o ver